Corrida presidencial 2018

Com tantos partidos, vejo-me sempre pensando o porquê disso. Será que é só por conta dos fundos partidários? Será apenas por conta de várias ideologias? Será que voltamos na idade do coronelismo e cada partido um coronel? Será que não conseguimos convergir antes de divergir?

Penso que teríamos que unir partidos de ideologias semelhantes, buscar um candidato e depois irmos para um debate com 4 ou 5 candidatos apenas, facilitando em muito a escolha. Sem contar a necessidade urgente do voto distrital para deputados.

Hoje encontramos uma polarização da esquerda e da direita, ambos aparentemente com uma visão apresentada de extremistas e isso não faz bem ao país e nem ao eleitor.

Cabe ao eleitor infelizmente ver o “menos pior”; ou aquele que mais chega perto das suas necessidades; ou ainda para aqueles que acham que a renovação é a solução, escolher entre os partidos que surgem, não optando pelos mesmos partidos que há tanto tempo nos dirigem.

No meu caso, particularmente, quero renovação, não acredito no “menos pior” e nem acredito que algum me ajudará em necessidade específica, mas fico preocupadíssimo com o radicalismo exacerbado e com essa grande massa de informação falsa que chega todos os dias, das mídias digitais em nossos ouvidos e olhos.

Espero que Deus nos guie, dê o dom do discernimento e da sabedoria. Que seja eleito o que melhor nos representará, nas nossas necessidades, principalmente na questão do desemprego.

Que o Brasil ande do lado do turismo nacional, da tecnologia por meio dos nossos jovens, cientistas, estudiosos, da nossa biodiversidade, não esquecendo do corte de gastos naquilo que não importa, como o número excessivo de ministérios e o alto índice de impostos.

Espero que, com o novo presidente, o Brasil tenha menos desigualdade, mais comida e remédios nas casas dos que precisam e empregos dignos à família. Espero que tenhamos mais segurança, saúde pública digna do cidadão e, principalmente, mais amor ao próximo e à pátria.

Parcerias indutivas

Confiante mesmo que devemos procurar buscar a enumeração de dados e feitos que possam vir a corresponder positivamente às experiências de novos e antigos empreendedores. Propostas que sejam suficientes para se permitir a passagem do novo, particular, privado e/ou restrito, para o geral, mais coletivista e taubateano possível. E em função deste “salto diferencial”, e mesmo haja uma maior probabilidade de erro nos raciocínios indutivos, uma vez que basta encontrarmos uma exceção para nos encher de alegria da possível inovação, nos mais diferentes níveis. Cuja proposta, de novas formas, de melhor compreender e assim poder contribuir com a nossa região e o mundo.

Daí que, por isso mesmo, entendemos que a indução objetivada é o tipo de raciocínio mais usado em ciências experimentais. E neste sentido e rumo, é que a nossa conceituada Acit (Associação Comercial e Industrial de Taubaté), entidade representativa exercitante a buscar e desenvolver cada vez mais parcerias que levem ao pleno social e empresarial; inclusive com os poderes públicos. Por isso é que a Acit, que é uma entidade sem fins lucrativos, em parceria com a Prefeitura (sem onerar os cofres públicos, em absolutamente nada), está realizando o 1° Campeonato Estudantil de Empreendedorismo, para alunos do 9° ano e ensino médio devidamente matriculados no ano letivo de 2018, na rede de ensino de Taubaté.

O projeto visa estimular os alunos e professores do ensino médio e que estarão ingressando neles a apresentarem projetos de empreendedorismo dentro das categorias: Empreendedorismo Econômico; Ambiental; Turístico; Social.

Possibilitando oportunidades para que os empresários conheçam e invistam nestas ideias inovadoras, incentivando também a geração de debates acadêmicos que visem o desenvolvimento de senso crítico em torno do tema Empreendedorismo; conceder a oportunidade aos alunos e professores de manifestar suas pesquisas e reflexões; contribuir para a formação de senso crítico e criação, destes jovens para uma vida econômica próspera;

com premiações em troféus e medalhas para todos os vencedores e premiações em vale-compras para os grupos vencedores. Tudo isso para incentivar o jovem a crescer e ser um empreendedor com vontade de alcançar sucesso.

Taubaté precisa disso e muito mais, precisa de incentivos pós concurso, para que essa chama neles acesa, não se apague!

As inscrições devem acontecer até final de setembro, passando pela nossa FLIT inclusive e a entrega da premiação (estão conversando para mais uma parceria e aí com a Câmara) no dia 05/12 para que o evento seja lá, comemorando o dia que Taubaté foi elevada a categoria de Vila.

As obras de revitalização das calçadas

Aqui irei abordar sobre nossas novas calçadas. Uma obra de R$ 5.188.786,64, e que chega-nos, agora, para bem substituir o piso das calçadas (passeios) de nosso centro citadino.

Vamos também opinar sobre estas providenciais reformas afins, já em franco andamento, em que calçadas estão sendo trocadas por outras melhor adequadas sob o sistema intertravado. E que na minha singela — mas sempre atenta — observação, é muito importante desta forma proposta e em execução: por ruas mais harmonizadas, limpas e seguras. Contando com os rebaixamentos às necessidades das pessoas em geral; em especial aquelas idosas, com dificuldades motoras de ambulações, e aos cadeirantes. Pensado numa calçada que possa, inclusive, sofrer interferências com mais facilidade, nas obras e infraestruturas condizentes, futuras. Focado num estudo voltado para os próximos 20 anos, e valendo até para mais de um século, a se comprovar ao tempo. Desta forma e modo, que a nossa cidade venha a estar preparada para trabalhos e intervenções mais rápidas às novidades a serem implementadas, doravante. Neste sentido e direção, este sistema intertravado adotado traz uma harmonia com o que já tínhamos, antes mesmo do homem impermeabilizar o solo com o advento do asfalto (piche), o cimento e outros produtos usados. Mas, lembrando ainda que, por aqui, em nossa adensada Taubaté, era solo na sua maioria, originário de uma floresta tropical e que viveu milhões de anos com água sendo absorvida por este mesmo solo (tufa).

Ao longo do tempo, e em vista desta impermeabilização, todas as águas são conduzidas e/ou precipitadas para os rios, causando outros problemas, ainda maiores, ao nosso meio ambiente. Além de tirar aquilo que o solo estava acostumado a se servir. E sabemos bem, naturalmente, que é muito pouco; mas que também é um começo, e que um dia alguém poderá vir a incluir drenos debaixo da base asfáltica. Vindo por ligar as bocas de lobo ou os bueiros, de um lado ao outro das ruas. De modo que, assim pelo menos, quando das grandes chuvas tenhamos outra forma de manter o solo ainda mais úmido, como antigamente.

Bem, mas, a meu ver, com este novo modelo de calçadas, começamos –sem dúvida– um processo de melhora do que era anteriormente; às novidades que poderão ocorrer e se desenvolver, evolutivamente, num futuro próximo, ao século 21.

E em assim sendo, espero e faço votos, que também os posteamentos e tais cabeamentos de energia elétrica, comunicações e prevenções (luz, telefonia, internet, etc.), e tantos outros “penduricalhos” que temos, sejam melhor apostos, colocados mesmo para debaixo das nossas calçadas (e passeios). Podendo desta forma, vir deixar mais livres, apresentáveis e bonitas as ruas de nossa cidade centenária, portentosa.

Esta obra, ora sendo realizada pela prefeitura, sem ônus ao beneficiário cidadão contribuinte em geral (além dos impostos inerentes, é claro), está preparando ao futuro e sem esquecer a nossa história.

Infelizmente, pouco mais de quantos meses da primeira calçada ter sido edificada na região central citadina, já nos deparamos com borras de chicletes (cuspidos) encrustados ao novo piso, tanto por falta de civilidade de alguns; e, talvez, somado a uma sentida ausência de mais cestos para lixos urbanos (sem depredações, fogos e/ou furtos destes apetrechos usuais de serventia humana) no cotidiano da cidade. E que devem ser preservados e posicionados mais a contento da população, de modo a não vir atrapalhar os nossos diversificados transeuntes, circulantes na diuturnidade da cidade. Sendo que todos acabam pagando por isto, às reposições recorrentes de tais equipamentos.

Enfim, penso que o futuro de nossas crianças possa ser mais harmonioso com a natureza. E que a tecnologia, evolutivamente, possa nos chegar mais fácil, aproximando-nos, por conta desta obra, servindo como condutor às nossas casas e atividades afins. Urbanamente, abraços fraternos.

A escola do Monjolinho

Bom dia a todos/as!

Pois então, hoje quero discorrer aqui sobre a obra escolar edificada na zona rural, em nosso Monjolinho. E dizer, afirmativamente, que poder vê-la assim agora, já quase pronta, me dá muita satisfação e alegria, já que envolve o trabalho em resultado às reivindicações antigas da comunidade e moradores locais.

Digo reivindicações justas, pois quando estou nos bairros daquela região, eu ouço bastante e atentamente deles que faltam salas de aulas às demandas existentes na localidade.

Hoje, atualmente, a escola atende, de modo abrangente, os bairros interligados do Pouso Frio, Pedra Grande, Mangalot, Macuco e, mais diretamente, o Monjolinho, numa quantidade máxima de 300 alunos.

Contando com todo o reconhecido esforço envidado pelos professores e funcionários dedicados, que o fazem com muita sensibilidade, boa vontade, empenho, amor e paixão mesmo. Mas, ainda quando de nossas andanças por lá, também vimos que tais e quais necessidades eram para ser atendidas já ontem, no passado, por assim dizermos. E que mediante esta triste constatação, sem volta, talvez! Entretanto, esta nova e ampla escola poderá vir a atender cerca de 540 alunos, bem acomodados no ensino fundamental e nível médio. E, ainda, mais uns 120 outros no âmbito infantil, com um berçário e maternal à disposição. Sendo também equipada de uma quadra esportiva, duas cozinhas, sala de internet e biblioteca. Contando com um investimento alocado na ordem de R$ 5.782.937,95.

A antiga escola do Monjolinho

Porém, não quero e nem tampouco devo entrar no mérito do custo da obra e/ou na qualidade dos serviços da construção; mas, sim, com um olhar sob o prisma humano e social do atendimento aos anseios e às necessidades e objetivos da zona rural.

Ou seja, mais propriamente daquela localidade, denominada de Monjolinho. Onde e quando foi realizada uma obra desta envergadura e grandeza. Sem dúvida, uma escola deste porte poderá bem contemplar a população, ministrando cursos profissionalizantes, de alfabetização, realizando palestras e atividades extracurriculares, multidisciplinares. Mesmo que venham a ser geridas por empresários, colaboradores, juntamente com o poder público à comunidade interessada.

A nova escola em construção no Monjolinho

Em suma, sintetizando racionalmente: uma escola como esta deve ser aberta a toda comunidade, suas associações de moradores e amigos em comum do bairro, alunos, pais e responsáveis, funcionários e educadores. De modo que assim possa mesmo atender a todos e possa revigorar a vontade das pessoas e gerações de viver no campo com qualidade. E cercados dos serviços advindos e ofertados da cidade, em uma sintonia mais prazerosa e saudável constante.

Para finalizar, enfaticamente, estão de parabéns pela conquista desta edificação pública ao século 21. Externando saudações e votos de uma excelente utilização compartilhada, dentre cidadãos e autoridades! Abraços cordiais.

Apresentação

Caro leitor,

certamente conheço alguns de vocês, mas muitos não me conhecem. Hoje começo uma etapa de estórias e relatos aqui no Blog da Gazeta de Taubaté. Como típico taubateano, morador do Vale do Paraíba e amante de nossa região, caipira que sou, não consigo viver em outro lugar, o máximo que consigo ficar fora é 15 dias, depois começa a dar uma sensação de vazio.

Em minhas andanças (abro um parênteses aqui, sou jipeiro e adoro desbravar estradas e as rotas mais escondidas em nossos vales e montanhas, e quanto mais barro tiver, melhor será o desafio… acho que herdei um pouco da energia de nossos bandeirantes), tenho a oportunidade de conhecer muitas pessoas que me contam seus “causos”, muitas cidades e ver a natureza exuberante e diversificada que só o Brasil tem. Sou um curioso e amante da vida.

Até criei um site, novo ainda, mas que já está no ar, para relatar essas experiências e dividir com todos que desejam explorar, como eu, nossa região.

O que também vejo nessas andanças é a necessidade de atenção de um povo, por vezes, sofrido, mas muito, muito amigável e que ainda guarda a arte do bem receber, como nos tempos do império.

Já tive a oportunidade de ser candidato a prefeito em minha cidade natal, Taubaté, e conheci a realidade de muitas vidas diferentes. Na região vejo pessoas que precisam desde o básico até situações mais absurdas, achando que o poder público tem que resolver todos os problemas, e aí acabam acostumados com o “pedintismo” imposto por uma ala política que arruma dificuldade para ter mais uma pessoa pedindo, e dali depois de um favor realizado, passa a ser trocado por voto.

Mas também percebo que muito vem sendo feito, vem sendo realizado em prol da comunidade, mas é que realmente as necessidades são enormes e cada pessoa tem a sua prioridade e acaba vendo apenas o seu umbigo.

Vou utilizar esse espaço para discutir um pouco sobre essas realizações que presencio, sobre minhas experiências pessoais como empresário, professor, engenheiro civil e político. Como um profissional envolvido com o turismo, Associações Comerciais, Conventions Bureau, Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes e também com o meio ambiente. Venho dividir as coisas boas que cada pessoa me conta nas nossas prosas, as belezas que tenho a oportunidade de vivenciar e os lugares lindos que passo por essas serras e matas.

Aliás, como educador e empresário do ramo, acredito que educação deveria ser o meu primeiro tema, e a primeira prioridade de qualquer pessoa nesse mundo. Pais deveriam se preocupar com a educação de seus filhos dentro e fora da escola, políticos com a educação de seu país, estado ou cidade, e a população em saber que somente a educação pode mudar o mundo. Quando falo educação, falo em estudos, mas também em criação e comprometimento com o seu meio.

Enfim, hoje é apenas uma pequena apresentação desse novo espaço onde estarei, constantemente, trazendo discussões e imagens lindas do nosso Vale.

Esse é o nosso espaço. Até breve!